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ABVAQ pede união para enfrentar momento delicado na vaquejada

Publicado em 04 de Setembro de 2014 por Lívia Moraes

Os amantes da vaquejada sem dúvidas estão acompanhando as inúmeras campanhas da ABVAQ com o objetivo de reunir o maior número de associados. No site da entidade (www.abvaq.com.br) é possível acompanhar diariamente as atualizações dos novos membros que passam a fazer parte da associação. Atualmente o estado do Ceará lidera o ranking com 87 associados.

A meta é chegar à marca de mil sócios até o final de 2014. Todo esse esforço da ABVAQ tem, de acordo com a diretoria, a intenção de fortalecer a vaquejada como esporte e como símbolo da cultura não só nordestina, mas de todo o país.

Consciente do momento delicado que a vaquejada enfrenta, a entidade propõe alterações nas regras que hoje regem o esporte. No regulamento elaborado no final de 2013, a ABVAQ ressalta a importância de uma mudança conceitual, a necessidade de um novo conceito de vaquejada.

Na proposta de regulamento disponível no site da Associação Brasileira de Vaquejada, vários itens se dedicam às questões ambientais e de respeito aos direitos dos animais. Em um deles, “sob pena de desclassificação, a dupla de cavaleiros não poderá bater, tocar na face ou apoiar-se no lombo do boi”. Em relação aos cavalos, “estão proibidos açoites, bater, esporear ou ainda puxar as rédeas ou os freios de modo a machucar o animal”.

A entidade afirma ainda através do documento, que as ameaças ao esporte devem ser enfrentadas com a união de todos que fazem parte dele. O regulamento visa unificar as regras da vaquejada em todo o Brasil e segundo a própria ABVAQ está susceptível de mudanças, a partir das sugestões para que possam ser aplicadas as exigências legais.